A pedra mais famosa de Stonehenge pode ter viajado muito mais do que se imaginava

Ruínas antigas em fotografia dramática
Imagem ilustrativa: Pexels

Novos estudos sobre a chamada Pedra do Altar reacenderam o debate sobre a origem dos blocos de Stonehenge. A composição mineral sugere uma procedência distante, aumentando o mistério sobre transporte e organização no Neolítico.

1. Cada pedra tem uma assinatura

Proporções de minerais e idade dos cristais permitem comparar o monumento com formações geológicas.

2. A viagem pode ter atravessado centenas de quilômetros

Transportar um bloco pesado exigiria coordenação, rotas e conhecimento do terreno.

3. Água pode ter ajudado

Rios e trechos costeiros são considerados, embora não exista consenso sobre o caminho.

4. O valor era provavelmente simbólico

Buscar uma pedra distante pode ter criado alianças ou ligado comunidades a uma paisagem sagrada.

5. A construção ocorreu em fases

Stonehenge mudou durante séculos, e diferentes pedras chegaram em momentos distintos.

O que essa descoberta muda

A origem distante amplia o monumento para além de seu círculo de pedras. Ele pode representar uma rede social e ritual que conectava regiões separadas da Grã-Bretanha.

Fonte: Smithsonian Magazine — Archaeology.