
Duas regiões imensas no manto profundo, sob a África e o Pacífico, desafiam há décadas os modelos do interior da Terra. Um estudo de 2025 propôs que sua composição e história podem estar ligadas à evolução do planeta habitável.
1. Elas são maiores que continentes
As anomalias aparecem em mapas sísmicos como regiões onde as ondas viajam de forma diferente.
2. Não são cavernas vazias
A diferença indica temperatura ou composição incomum em rocha submetida a enorme pressão.
3. Podem ser muito antigas
Algumas hipóteses tratam essas estruturas como restos preservados dos primeiros tempos da Terra.
4. O manto alimenta vulcões
Plumas de material quente podem subir das bordas e influenciar atividade vulcânica.
5. Ciclos químicos chegam à superfície
Movimentos internos transportam elementos entre manto, crosta, oceanos e atmosfera.
O que essa descoberta muda
Essas estruturas conectam o núcleo profundo à história da superfície. Entendê-las pode esclarecer por que a Terra manteve ciclos químicos favoráveis à vida.
Fonte: Rutgers University / Phys.org.
