Telescópio James Webb encontra sinais das primeiras estrelas gigantes

Nebulosa observada no céu noturno
Imagem ilustrativa: Pexels

Astrônomos encontraram impressões químicas compatíveis com estrelas primordiais gigantescas, formadas quando o universo ainda era jovem. Esses astros podem ajudar a explicar o aparecimento precoce de buracos negros supermassivos.

1. As primeiras estrelas eram diferentes

Elas nasceram quase somente de hidrogênio e hélio, antes que gerações estelares produzissem muitos elementos pesados.

2. Algumas podem ter sido enormes

Modelos preveem estrelas com centenas ou milhares de vezes a massa do Sol em condições especiais.

3. Elas viveram pouco

Quanto maior a estrela, mais rapidamente consome combustível e mais extremo pode ser seu fim.

4. Elementos químicos guardam a assinatura

A proporção de nitrogênio, carbono e oxigênio em galáxias antigas registra processos ocorridos em estrelas anteriores.

5. Buracos negros ganharam sementes maiores

O colapso de estrelas muito massivas poderia iniciar buracos negros com vantagem para crescer rapidamente.

O que essa descoberta muda

A descoberta conecta química observada pelo Webb à formação das primeiras fontes de luz e aos gigantes cósmicos que surgiram pouco depois do Big Bang.

Fonte: Phys.org, dezembro de 2025.