
Astrônomos encontraram impressões químicas compatíveis com estrelas primordiais gigantescas, formadas quando o universo ainda era jovem. Esses astros podem ajudar a explicar o aparecimento precoce de buracos negros supermassivos.
1. As primeiras estrelas eram diferentes
Elas nasceram quase somente de hidrogênio e hélio, antes que gerações estelares produzissem muitos elementos pesados.
2. Algumas podem ter sido enormes
Modelos preveem estrelas com centenas ou milhares de vezes a massa do Sol em condições especiais.
3. Elas viveram pouco
Quanto maior a estrela, mais rapidamente consome combustível e mais extremo pode ser seu fim.
4. Elementos químicos guardam a assinatura
A proporção de nitrogênio, carbono e oxigênio em galáxias antigas registra processos ocorridos em estrelas anteriores.
5. Buracos negros ganharam sementes maiores
O colapso de estrelas muito massivas poderia iniciar buracos negros com vantagem para crescer rapidamente.
O que essa descoberta muda
A descoberta conecta química observada pelo Webb à formação das primeiras fontes de luz e aos gigantes cósmicos que surgiram pouco depois do Big Bang.
Fonte: Phys.org, dezembro de 2025.
